27.12.11

4.5.11

Últimos Desejos

Desejo que não seja outra pessoa,
mas seja você mesmo(a) apesar de tudo e todos.

Desejo que seja feliz,
mesmo não sendo a melhor forma de aprender.

Obrigado pelas ideias, críticas e alegrias.

Frank Saiu
19/09/07 / 02/05/11

24.2.11

Tirinhas: Fim do Mundo

22.2.11

Tirinhas: Vícios

17.2.11

Tirinhas: Plágio

16.2.11

Tirinhas: Greenpeace

14.2.11

Tirinhas: Sonhos

8.2.11

Tirinhas: Cães de Aluguel

1.2.11

Tirinhas: Power Balance


29.1.11

Tirinhas: AA

Tirinhas Luto

20.1.11

Tirinhas: A Arte da Guerra

3.9.10

Tirinhas: Beleza da Vida

3.8.10

Tirinhas: Terapia

28.7.10

Tirinhas: Psicologia

27.7.10

Tirinhas:

9.7.10

Tirinhas: Capitalismo

6.7.10

Tirinhas Família

29.6.10

Tirinhas: Verdade

7.6.10

Tirinha: Amigos

4.6.10

Tirinhas: Sucesso

31.5.10

Tirinhas: Cigana pós-moderna


26.5.10

Tirinhas: Discutindo a relação



7.5.10

Note Shop



      Um dos meus passatempos preferidos é caminhar sem destino, principalmente a noite e nas manhãs de sábado. Foi numa dessas manhãs que parei na frente de uma loja para olhar os notebooks na vitrine quando um garoto de aproximadamente onze anos saiu da loja, parou ao meu lado e disse:

      - Esse e esse são iguais, só que este tem TV, quer entrar para ver?

      Fiquei imaginando se ele trabalhava na loja, mas só fiz uma pergunta sobre a memória dos notebooks. O garoto voltou-se para o interior da loja e gritou: Paaaaaai, qual desses aqui tem mais memória?

     Fiquei aliviado por saber que o pequeno vendedor não era exatamente um funcionário da loja, resolvi entrar e falar direto com o pai:


      - Bom dia, aqui não era um Pet Shop?

       - Sim Senhor e era meu mesmo, mas o movimento estava quase nada, a Senhor sabe... o homem piscou balançando a cabeça como que para lembrar-me de algo, mas como continuei olhando sem entender, ele continuou:

       - As Pet Shops são coisa do passado, quando as pessoas tinham tempo para as animais de estimação.

       - As pessoas não têm mais tempo para um animal?

       - Claro que não - continuou muito convicto do que dizia - Meu pai era a dono de um loja de móveis infantis, mas com o tempo os pessoas foram deixando de casar por causa da trabalho e da estudo e quando assumi o loja percebi que os pessoas também estavam deixando de ter as filhos e trocando pelas animais...

       - Sim, isso é verdade, muita gente trata os animais como filhos e gasta rios de dinheiro com eles.

       - Gastavam... gaaaaastavam! Por isso naquele época eu troquei o loja de móveis por uma Pet Shop. Fazia o banho e tosa, vendia acessórios, roupas, jóias, rações e fazia aquele que chama adestramento...

       - Muito perspicaz de sua parte, mas porque agora vende notebooks?

       - O mesma coisa que aconteceu com os crianças aconteceu com as animais, quem tem tempo de dar banho, alimentar, dar o educação? Agora os pessoas preferem as notebooks e podem contar com Salim aqui para fazer o configuração, limpeza, adestamento, veja esta netbook aqui sozinha esperando para ser adotada... é muito inteligente e dócil, tem muita memória, tenho certeza que em pouco tempo será sua melhor amigo...

      Enquanto o garoto embalava meu novo amigo notebook, o pai passou meu cartão de crédito e disse:

      - Minha filho disse que quer passear amanhã, mas eu disse para ele, se não vender hoje, amanhã vamos ficar no casa!

     - Então pode levar o garoto para passear, pois ele foi me buscar na porta da loja e me fez entrar! Obrigado, tenham um bom dia!


29.4.10

A tirinha como ela é

9.4.10

Tirinhas: Chuvas

6.4.10

Tirinhas: Novo Template


3.4.10

O Pirata de Vladivostok


        Naquela noite eu bebia vodka em um pequeno bar cheio de tipos suspeitos, daqueles que ninguém gostaria de encontrar numa rua escura. Eu me perguntava por que mesmo tão longe de casa sempre acabava encontrando um ambiente como aquele para me entreter. Neste momento, a estreita porta foi escancarada e um homem alto e gordo entrou, olhou em volta e veio mancando sentar-se ao meu lado num pequeno banco de madeira junto ao balcão.

       - Rum, a garrafa... – disse o homem para o dono do bar, que o atendeu prontamente.
      
       O Homem tinha por volta dos cinqüenta anos, pele curtida de sol, cabelos longos grisalhos, barba recém feita e usava roupas um tanto incomuns: camisa branca, casaco preto, botas e um chapéu com 3 pontas. Ao ver que era observado disse:
      
       - Nikolaevich... pirata.
      
       - Frank... escritor. Você trabalha com programas, músicas, filmes?
      
       - Não, nada disso... com cargas de navio... ouro e jóias de preferência, pois são mais difíceis de serem rastreados e não estragam se precisarem ser enterrados. Pelo menos fazia isso até semana passada.
      
       - Foi demitido? – perguntei.
      
       Depois de uma enorme gargalhada o homem ficou pensativo, tomou um gole de rum e com um ar angustiado começou a contar a história.
      
       - Numa noite da semana passada estávamos no navio em alto mar nos divertindo, bebendo e conversando até que um antigo companheiro de viagens perguntou se quando eu ia dormir deixava minha barba por cima ou por baixo da coberta...
      
       Desta vez eu que comecei a rir, mas ele me fitou sério e continuou...
      
       - Na hora eu também achei uma pergunta despropositada, respondi qualquer gracejo e não dei importância... mas o fato é que quando deitei deixei a barba por baixo da coberta e não me senti confortável e o mesmo aconteceu quando a coloquei por cima...
      
        Depois destas últimas frases ele pegou o copo e a garrafa e bebeu mecanicamente três doses seguidas.
       

        - Naquela noite e nas seguintes eu não pude dormir. Assim que o navio chegou nessa cidade eu desembarquei, arrumei um quarto, fiz a barba e dormi por dois dias. Hoje levantei da cama, fiz a barba novamente, comi um ensopado e vim para cá.

        - Isso tudo por causa de uma barba?
 

        - Não pela barba, mas pelo que representava. Era um hábito inconsciente dormir com ela em cima ou embaixo da coberta, assim como me habituei a ser pirata e a beber...
 

         Ele me encarou com os olhos iluminados e disse:
 

        - Vou parar de beber!
 

        Tirou um saco do bolso do casaco, derramou o conteúdo sobre o balcão e saiu, deixando quatro moedas de ouro e a resposta para minha pergunta inicial.

20.1.10

Enquanto isso nas férias


8.12.09

Livro da Tribo









26.11.09

Procura-se


13.11.09

Tirinhas: Romanos




Com participação do meu amigo Игорь.

12.11.09

Tag Cloud Desanimada

Clique na imagem para ampliar

 

11.11.09

Tirinhas: Tecnologia


5.11.09

Tirinhas: O presente


20.10.09

Enquanto isso numa rua escura


25.9.09

Das coisas não ditas

Recuso-me a fazer parte
desta verdade constituída
que me polui e nos olhos arde

O meu não é o mesmo mundo que o teu
não faremos a mesma dança para a morte
nem será o mesmo paraíso o teu e o meu

Sonambulando pelo mundo real
no espelho um lampejo de verdade
antes de reencontrar-me com o banal

Encontrarei um lugar só meu
onde poderei existir
ser mais do que apenas eu

Minha vida é uma breve fuga da rotina
mas nem por isso nas veias o sangue me aglutina.

por Frank Saiu

Tirinhas




 

21.9.09

Publicações

Filosofia e Política 
Andréa Lobo / Rafael Zanlorenzi
ilustrações: Felipe Grosso - Editora Aymará - Curitiba, 2009











17.9.09

Decálogo do cartão vermelho

Aos que vendem a chave do Paraíso,
aos que nada fazem senão por egoísmo
e aos que não devolvem um sorriso.

Aos que são contra a liberdade,
aos que desprezam a igualdade
e aos que matam por uma nacionalidade.

Aos que sofrem da doença dos preconceitos,
aos que dizem "isso não tem jeito"
e aos que pensam ter mais direitos.

Por fim na sequência,
aos que só vivem de aparência.
Haja paciência.

por Frank Saiu

Tarefa encomendada pelo amigo Altavolt

Repasso para o Игорь e para Jôice do Jornalismo SL

11.9.09

Ao vento




Fui semeado ao vento
nele criei profunda raiz
desapareço num momento
termino estirado em qualquer país

Sinto solidão quando acompanhado
pois este não é o mundo
ao qual fui acostumado

De volta a estaca zero
sei bem quem eu sou
e melhor o que não quero

Sou chegado da dúvida e da dívida
e tudo o que conheci não é capaz
de elucidar esta vida lívida.


por Frank Saiu

17.8.09

Microconto: Dúvida cruel

Não sabia se casava ou comprava uma bicicleta. Casou e agora anuncia no jornal: Troco marido usado por bike seminova, aberta a propostas.

30.7.09

Microconto: Guerra Fria

A guerra estourou, passaram meses em confrontos diários e sem tréguas. Isto começou a afetar todas as outras áreas da economia à cama.

29.7.09

Microconto: Giro de 360 graus

Em casa cedo e sóbrio viu que a mulher era a causa de seu alcoolismo. Separou-se e comemorou no bar. Voltou de madrugada e dormiu no sofá.

24.7.09

O Casamento do Príncipe Lourenço

Certa vez o Príncipe Lourenço, após derrotar os inimigos e conquistar meio mundo, sentiu um grande vazio interior e resolveu consultar seu grande conselheiro Maquiavel, que após obter grande sucesso com palestras motivacionais e consultorias agora aproveitava todas as maravilhas que o dinheiro podia comprar e dedicava-se apenas ao desenvolvimento de jogos pedagógicos para crianças até 3 anos.

- Mestre Maquiavel - disse o príncipe - Depois de todas as conquistas, às quais agradeço-lhe muito, sinto que devo enfrentar um desafio maior e, para tanto, desejo casar-me, mas não encontrei referências em tua grandiosa obra... Tens algum conselho para esta feita?

- Poderia sugerir-lhe tomar como esposa alguma princesa de um dos reinos por ti conquistados, meu jovem Lourenço, mas isso poderia acarretar algum desentendimento com os outros reinos. Para prevenir tal infortúnio, tu terias que refazer o fichamento e estudar novamente meu livro "O Príncipe". Assim sendo sugiro que escolha alguma plebéia deste mesmo reino.

- Mestre Maquiavel, continua com o mesmo brilhantismo de quando o conheci anos atrás, mas como saberei reconhecer a mulher apropriada?

- Caríssimo Lourenço, é muito simples, tudo o que tens a fazer é mandar encher 3 sacos com arroz e esconder um diamante em cada um. Entregue cada saco a uma moça que lhe agrade e peça que lhe prepare um almoço. Depois venha a mim que eu o ajudarei a decidir.

Assim fez o Príncipe Lourenço, distribuiu os sacos de arroz, almoçou cada dia na casa de uma das moças e no quarto dia voltou a ter com o conselheiro.

- Mestre Maquiavel, fiz como me sugeriu e por resultado a primeira moça preparou o almoço, mas nada falou sobre o diamante.

- Pois então assim vemos que esta é uma moça muito egoísta. Não vai reconhecer a tua generosidade e nem ocupar-se do teu bem estar... Como foi com a segunda?

- Ah mestre, foi diferente, ela recebeu-me muito bem e feliz foi logo dizendo-me que encontrou o diamante e mostrou-me o anel que havia mandado fazer com ele.

- Pois então assim vemos que esta é uma moça muito vaidosa. Vai exigir cada vez mais de ti para inflar o orgulho próprio e vai querer aparecer mais do que ti.... Como foi com a terceira?

- Surpreendente, mestre, quando cheguei havia um grande banquete com arroz, carnes, legumes e um ótimo vinho. Perguntei como havia conseguido tudo aquilo, fingindo ignorar a pedra. Ela explicou que o havia encontrado e penhorado, com o dinheiro comprou tudo e depois cobrou uma moeda de ouro das outras moças da vila para ensinar a preparar as receitas. Com o dinheiro ainda recuperou o diamante.

- Pois então assim vemos que esta é uma moça muito ambiciosa. Terá que ficar de olhos abertos com ela, e se pois um dia resolver separar-se, esta levará até tuas calças.

- Mas mesrte, eu não entendo... fizemos tudo isso para nada???

- Meu jovem Lourenço, se quiser uma mulher perfeita compre uma Barbie... Agora que conhecemos o caráter das três e sabes com o que terá de enfrentar é muito simples: escolha a mais gostosa!

3.7.09

Tirinhas do Protágoras

Freud e a Astrologia









Educação









Vida Virtual









Salvador Dalí












O Sentido da existência